(WordPress, Blogger e outros):

DF

George e Meia-Noite podem se tornar um novo casal no Zoológico de Brasília

Publicado em

Aproximação começou em agosto e é conduzida gradualmente pela equipe técnica, que respeita o comportamento dos animais e avalia a compatibilidade entre os dois

Por

Agência Brasília*  | Edição: Plácido Fernandes

O processo de aproximação entre as onças George e Meia-Noite, no Zoológico de Brasília, segue em andamento e ainda está na fase de adaptação. Neste momento, os animais revezam a permanência no recinto, de forma que apenas um deles fique solto por vez. A estratégia permite que a equipe técnica acompanhe as reações de cada indivíduo e respeite o tempo necessário para que eles se familiarizem com a presença um do outro.

George e Peter, que deixou o Zoológico de Brasília em agosto, são irmãos e chegaram ainda filhotes à instituição. Desde então, os dois compartilhavam o mesmo recinto. No entanto, assim como acontece na natureza, os machos da espécie tendem a se separar ao atingirem a maturidade. Diante desse comportamento e de uma recomendação técnica do programa de conservação da onça-pintada, foi definido um novo direcionamento para os animais: Peter foi encaminhado ao Bosque e Zoológico Fábio Barreto, em Ribeirão Preto (SP), para a possibilidade de formação de um casal, enquanto George permaneceu em Brasília para iniciar a aproximação com Meia-Noite.

Leia Também:  Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto nesta quinta (23) e sexta (24)

A nova companheira de George é uma onça-pintada melânica, que chegou ao Zoológico de Brasília em 2025, após ser resgatada por órgãos ambientais. Antes do resgate, ela era criada ilegalmente como animal de estimação. Desde sua chegada, passou a receber os cuidados necessários e, agora, participa de um processo de aproximação que pode resultar na formação de um casal.

Compatibilidade comportamental

Para que George e Meia-Noite possam conviver e, futuramente, formar um casal, é necessário que exista compatibilidade comportamental. Por isso, o processo é conduzido de maneira gradual, considerando as características, reações e particularidades de cada animal. Não existe um prazo determinado para essa adaptação: ela pode ser mais rápida ou levar mais tempo, dependendo da resposta dos próprios animais.

 

O diretor-presidente do Zoológico de Brasília, Wallison Couto, destaca que o bem-estar dos animais é a prioridade em todas as etapas do processo. “Nosso trabalho é respeitar o comportamento e o tempo de cada animal”, observa. “A formação de um casal não depende apenas da aproximação física, mas, principalmente, da compatibilidade entre os indivíduos. Por isso, não trabalhamos com prazos ou expectativas pré-estabelecidas. A equipe acompanha cada etapa com todo o cuidado necessário, sempre priorizando o bem-estar de George e Meia-Noite.”

Leia Também:  Natação na prevenção e tratamento de doenças respiratórias

A equipe técnica continuará monitorando o comportamento dos dois, avaliando as respostas aos estímulos e os sinais de interação. Cada avanço será considerado a partir da segurança e do bem-estar dos animais, respeitando o ritmo natural do processo.

*Com informações do Jardim Zoológico

COMENTE ABAIXO:

BRASÍLIA

DISTRITO FEDERAL

POLÍTICOS DO DF

POLÍTICOS DO BRASIL

TRÊS PODERES

ENTORNO