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ENGIE vai investir mais de R$ 400 mil em ações de conservação da água e da biodiversidade

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Projetos da primeira edição já apresentam resultados positivos

 

Na primeira edição, foram selecionados cinco projetos com ações exclusivas para o bom uso e a conservação da água, contemplando os estados da Bahia, Ceará e Rio Grande do Norte. Os vencedores foram os projetos “Barreiras Verdes”, para o controle de processos erosivos em áreas de corpos hídricos em municípios da Bahia; “Corredores Hídricos do Litoral Cearense”, para a proteção e recuperação de nascentes no Ceará; “Do Céu à Torneira”, para aproveitamento da água da chuva em Umburanas (BA); “Projeto + Verde”, para a proteção e recuperação de nascentes no município de Assú (RN); e o projeto “Reuso Rural”, para reuso da água, também em Assú (RN).

 

“O reconhecimento por meio do edital da ENGIE representou um marco importante, pois valida tecnicamente e fortalece institucionalmente o projeto. Esse apoio é fundamental para ampliar o impacto das ações voltadas à proteção e recuperação de nascentes, especialmente em regiões sensíveis”, afirma o engenheiro ambiental Paulo Matiel Carvalho Ribeiro, diretor da empresa Kaatinga Engenharia, responsável pelo projeto “Corredores Hídricos do Litoral Cearense”.

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Outro vencedor, o projeto “Do Céu à Torneira”, em Umburanas, na Bahia, leva informação para estudantes da região. “O projeto transforma a vida das crianças e jovens. Após as palestras, eles têm um novo olhar para as questões de chuva e escassez de água. Para nós, é um prêmio que reforça o compromisso socioambiental e sustentável”, afirma a professora Araújo da Silva Carvalho, que é proprietária da Araújo Assessoria e Consultoria Socioambiental, responsável pela iniciativa.

 

No Rio Grande do Norte, a Organização Atitude Social e Ambiental (OASA) foi uma das vencedoras com a iniciativa “Projeto + Verde”, para a proteção e recuperação de nascentes no município de Assú. “O reconhecimento pelo edital permitiu acelerar ações estratégicas de proteção e recuperação de nascentes, contribuindo diretamente para a segurança hídrica, a restauração da Caatinga e o engajamento das comunidades locais. Além dos benefícios ambientais, a iniciativa promove educação e mobilização comunitária, fortalecendo um modelo de restauração sustentável e participativa”, destaca a ambientalista Anne Delgado, presidente da OASA. 

 

Sobre a ENGIE:

A ENGIE é um importante player na transição energética e tem como propósito acelerar a transição para uma economia neutra em carbono. Com 90.000 colaboradores em 30 países, o Grupo atua em toda a cadeia de valor da energia, da produção à infraestrutura e comercialização. A ENGIE combina atividades complementares, como a geração de energia renovável e de gases verdes, ativos de flexibilidade (principalmente baterias), redes de transmissão e distribuição de gás e eletricidade, infraestruturas locais de energia (redes de aquecimento e resfriamento) e o fornecimento de energia para domicílios, autoridades locais e empresas. Anualmente, a ENGIE investe, em média, 12 bilhões de euros para impulsionar a transição energética e alcançar sua meta de neutralidade de carbono até 2045. Faturamento em 2025: 71,9 bilhões de euros. No Brasil, a ENGIE, umas das líderes em geração 100% renovável do país, atua em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, transporte de gás e soluções energéticas. A empresa possui cerca de 14 GW de capacidade instalada, provenientes de fontes renováveis e com baixas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e a biomassa. A empresa está presente em 22 estados e conta com 146 usinas.  

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Crédito de imagem: Divulgação ENGIE Brasil

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