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Moraes barra visita de Valdemar a Bolsonaro, mas autoriza mudanças no regime de visitas

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O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, fala com a imprensa no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, em Brasília.

Marcello Casal JrAgência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (29) o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para autorizar a visita do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto. A decisão se baseia no fato de que ambos são investigados no mesmo processo relacionado à tentativa de golpe de Estado.

De acordo com Moraes, a restrição de contato entre investigados ou condenados em procedimentos semelhantes é necessária para preservar a segurança e evitar interferências nas apurações em andamento. Além de Valdemar, o senador Magno Malta também teve a solicitação de visita recusada. O ministro destacou que a Polícia Militar informou que o parlamentar já tentou acessar a unidade anteriormente sem autorização formal, utilizando prerrogativas parlamentares de forma indevida, o que teria colocado em risco a segurança do local.

Apesar das negativas, a decisão trouxe flexibilizações nas regras de visita ao ex-presidente. Atendendo a pedidos da defesa e da Polícia Militar, Moraes autorizou a transferência das visitas das quintas-feiras para os sábados, para não prejudicar a rotina administrativa da unidade durante a semana. As visitas também poderão ocorrer às quartas-feiras, com permissão para a entrada simultânea de até dois visitantes.

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Foi aprovado ainda um cronograma de visitas para o mês de fevereiro:
– Sábado (7): os deputados federais Gilberto Gomes da Silva e Hélio Fernando Barbosa Lopes, ambos do PL.
– Sábado (14): o senador Wilder Pedro de Morais (PL) e Luiz Antonio Nabhan Garcia, ex-secretário de Assuntos Fundiários do Brasil.

Na área religiosa, Moraes autorizou a inclusão do padre Paulo M. Silva na lista de assistência espiritual ao ex-presidente. Ele poderá realizar visitas de forma alternada com os líderes evangélicos já autorizados, o bispo Robson Rodovalho e o pastor Thiago Manzon.

Por fim, o STF também permitiu que Bolsonaro realize caminhadas no campo de futebol ou na pista interna da unidade, sempre sob escolta, como medida de preservação da saúde física, conforme recomendação médica.

Fonte: Jovem Pan

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