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UPA do Riacho Fundo II amplia estrutura e oferece atendimento ágil e humanizado Se quiser, posso sugerir outras variações, por exemplo:

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Fotos: Arquivo/Agência Brasília

Assim como ocorre nas unidades de Ceilândia, Paranoá e Gama, a UPA do Riacho Fundo II foi estruturada para realizar exames laboratoriais de urgência, eletrocardiograma e raio-X. Embora esses dois últimos serviços não sejam obrigatórios nas UPAs, conforme normas do Ministério da Saúde, o Iges-DF optou por disponibilizá-los como um diferencial no atendimento.

De acordo com a coordenadora multidisciplinar da unidade, Márcia Juliana de Andrade, essa estrutura possibilita a continuidade do cuidado, a realização de regulações e, quando necessário, o encaminhamento dos pacientes para outras unidades da rede. Segundo ela, o nível de atendimento se assemelha ao de instituições privadas. “O paciente encontra aqui todo o suporte necessário. Quando algum exame não é feito na UPA, contamos com o Hospital de Santa Maria como unidade de referência. O transporte do Iges-DF coleta as amostras, e o paciente aguarda o resultado para que o médico conclua o diagnóstico”, explica.

A rapidez na liberação dos exames é um dos diferenciais da UPA do Riacho Fundo II. Embora o prazo padrão seja de até duas horas, muitos resultados ficam prontos em aproximadamente 40 minutos. Recentemente, a unidade implantou um painel eletrônico que informa ao paciente assim que o exame é liberado, tornando o atendimento ainda mais ágil.

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Atendimento humanizado

A UPA atende casos de urgência e emergência em clínica médica, como hipertensão, febre alta, sintomas respiratórios (a exemplo de falta de ar), desmaios, convulsões, diarreia aguda, infecção urinária, dores abdominais moderadas a intensas, além de complicações cardiológicas e neurológicas, como infarto e AVC.

“Aqui recebemos situações de urgência e emergência; quando o paciente apresenta uma complicação que exige cuidado imediato, deve procurar a UPA”, destaca a médica Camila Negreiro. Ela ressalta que, por ser uma unidade de pronto atendimento, o fluxo é intenso, mas a equipe trabalha para manter a qualidade do serviço. “Casos que necessitam de acompanhamento contínuo são encaminhados para a unidade básica de saúde”, acrescenta.

Após enfrentar dificuldades na rede privada, a paciente Anna Carla Lira, 38 anos, procurou atendimento na UPA do Riacho Fundo II. “Eu estava com anemia e ferritina baixa, e meu plano de saúde havia negado o tratamento por um mês. Aqui, no primeiro dia, já fui atendida e estou na segunda dose da medicação”, conta. Ela elogia o serviço: “O atendimento é muito bom, as pessoas tratam a gente muito bem.”

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Anna afirma que tinha resistência em relação ao serviço público, mas mudou de opinião após a experiência na unidade. Moradora da região, ela diz que não conhecia a UPA e se surpreendeu com a estrutura. “O espaço é amplo, ventilado, limpo e organizado. Até a área de medicação tem vista para o verde, o que transmite mais tranquilidade. Gostei muito daqui”, afirma.

O motorista Anderson Soltu, 48 anos, também relata experiência positiva ao levar a mãe para atendimento na unidade depois de enfrentar longas filas em outros locais. “Eu costumava levá-la ao Núcleo Bandeirante, mas lá estava lotado. Aqui foi excelente. Em pouco mais de uma hora ela já tinha sido atendida”, diz. A partir disso, ele decidiu mudar a rotina: “Sempre que precisar, vou trazê-la para cá.”

Além disso, a unidade conta com apoio da rede por meio de teleconsultas com especialistas em áreas como psiquiatria, hematologia, nefrologia, cirurgia vascular e endocrinologia, ampliando a resolutividade e garantindo um atendimento mais completo aos pacientes.

Fonte: Agência Brasília

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