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COLUNA DO RENATO RIELLA: Preço dos alimentos preocupa Governo Lula

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PREÇO DOS ALIMENTOS PREOCUPA GOVERNO LULA

Em sua nova estratégia de comunicação, Governo Lula está muito preocupado com a alimentação do povo brasileiro, fator de desgaste para a atual administração.
Depois da primeira reuniu ministerial do ano, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, informou que o Governo Federal tomará medidas para reduzir o preço dos alimentos no Brasil. Pretende adotar ações sugeridas pelas redes de supermercados.
Essa declaração gerou incerteza no mercado, levando à divulgação de esclarecimentos para negar qualquer forma de tabelamento.

“A Casa Civil informa que não está em discussão intervenção de forma artificial para reduzir o preço dos alimentos. O Governo irá discutir com os ministérios e produtores de alimentos as medidas que poderão ser implementadas”, afirmou o ministro.

Segundo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o preço dos alimentos ficou 8,23% mais caro em 2024.
Governo estuda o impacto da exportação de alimentos na inflação. E reconhece que o aumento do poder aquisitivo da população amplia o consumo e leva ao aumento dos preços. Esses e outros fatores são analisados.

Ruy Costa, que passou a falar pelo Governo, disse esperar que, com a safra de 2025, vários alimentos fiquem mais baratos. Passa a ser a maior preocupação do Palácio do Planalto, de olho em 2026.

CHAMADAS – Agência Nacional de Telecomunicações receberá de prestadoras de telefonia relatórios mensais sobre o tráfego recebido, incluindo chamadas com indícios de alteração indevida de código de acesso (spoofing).

FRONTEIRA – A Venezuela fechou a fronteira com o Brasil, em Pacaraima (RR), para realização de exercícios militares, gerando tensão na área.

SELEÇÃO – Estádio Mané Garrincha, de Brasília, recebe em 20 de março a Seleção Brasileira, em jogo contra a Colômbia, válido pela 13ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo.

RÚSSIA – Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Rússia com sanções. Alertou Vladimir Putin de que os EUA podem aplicar tarifas caso ele não entre em acordo para acabar com a guerra na Ucrânia.

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“Se não fizermos um ‘acordo’, e logo, não terei outra escolha a não ser impor altos níveis de impostos, tarifas e sanções sobre qualquer bem vendido pela Rússia aos Estados Unidos”, escreveu Trump.

MIGRANTES – Presidente Donald Trump assinou decreto suspendendo a entrada de imigrantes ilegais nos Estados Unidos pela fronteira com o México. Em comunicado oficial, a Casa Branca afirmou que a medida visa proteger o país de uma “invasão”.

Há instrução ao Departamento de Segurança Interna, Departamento de Justiça e Departamento de Estado a adotarem “todas as medidas necessárias” para repatriar e remover imediatamente imigrantes em situação irregular na fronteira sul dos Estados Unidos.

Fica desativado o programa CBP One, que permitia a migrantes agendar um horário para entrar legalmente no país.

DAVOS – Hoje, por comunicação digital, Donald Trump discursa no Fórum Econômico Mundial de Davos, numa fala que deve ter impacto no mercado internacional.

MERCOSUL – Presidente da Argentina, Javier Milei, ameaça deixar o Mercosul se o bloco impedir que seu país feche acordo de livre comércio com os Estados Unidos.

“Se a condição extrema for essa, sim. Mas há mecanismos que podem ser usados mesmo dentro do Mercosul. Então, acreditamos que isso pode ser feito sem necessariamente ter que sair do bloco”, disse.

PÉ-DE-MEIA – Advocacia Geral da União recorreu contra decisão do plenário do Tribunal de Contas da União, que suspendeu a execução de R$ 6 bilhões do programa Pé-de-Meia, voltado a estudantes de baixa renda.

São apontadas irregularidades fiscais e impactos na credibilidade das contas públicas. Os recursos utilizados no programa não estão previstos no Orçamento Geral da União e foram usados numa espécie de pedalada do Governo.

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DIGITAIS – Plataformas digitais conhecidas como big techs não responderam ao convite feito pela Advocacia-Geral da União para que participassem de audiência pública. Houve debate sobre a regulamentação das redes sociais no Brasil.

As big techs não deram explicações sobre a ausência, mas na verdade as medidas anunciadas de suspensão da censura só valem nos Estados Unidos. Não aplicam ainda ao Brasil, onde Facebook, Instagram e outras redes tiram do ar conteúdos considerados impróprios por avaliadores contratados.

CÂMBIO – Dólar comercial recuou pelo terceiro dia consecutivo, apesar da expectativa de alta pelo “Efeito Trump”.
Ontem, o câmbio atingiu o menor patamar desde 27 de novembro, ou seja, antes de o Governo Federal ter proposto o pacote de medidas para fortalecer o arcabouço fiscal, com a tentativa da isenção do Imposto de Renda na faixa até R$ 5 mil e o fim de supersalários.

Ao final do dia, o dólar recuou forte, em 1,41%, e encerrou o pregão cotado a R$ 5,94.
Desde o início do mês, a moeda norte-americana acumula queda de 3,77%, em meio a um noticiário doméstico mais esvaziado, além de incertezas no cenário externo, como nos Estados Unidos.

Na visão de especialistas, o adiamento das decisões relacionadas a aumento de tarifa nos EUA, que deve ficar para fevereiro, diminui a pressão sobre o mercado, além de descomprimir o dólar em relação a outras moedas.

ECONOMIA – Índice Bovespa, da Bolsa de Valores, fechou ontem em 122.972 pontos, com baixa de 0,29%.
MOEDAS – FONTE: BC
Dólar Comercial: R$ 5,94 (-1,40%)
Dólar Turismo: R$ 6,18 (-1,53%)
Euro Comercial: R$ 6,19 (-1,38%)
Euro Turismo: R$ 6,45 (-1,34%)
Bitcoin: R$ 619.703 (-3,17%)

Por RENATO RIELLA  /  (NEWS RENATO RIELLA – 23 JAN)

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